segunda-feira, 3 de junho de 2013
Maiores devedores do Estado na mira da PGE
Florianópolis (03/06/2013)
Os mil maiores devedores de tributos de Santa Catarina estão recebendo atenção especial por parte da Procuradoria Geral do Estado (PGE). Objetivo é intensificar a cobrança de cerca de R$ 5 bilhões, através de ações judiciais que permitam, principalmente, a penhora de parte do pagamento recebido por meio de cartões de crédito e débito.
A medida já foi atendida recentemente pela Justiça catarinense. No mês passado, a Vara de Execuções Fiscais da Capital determinou a penhora de 10% do total de pagamentos efetuados através de cartões de crédito e débito de duas empresas de grande porte da Grande Florianópolis. Após recurso dos contribuintes, a decisão foi mantida pelo Tribunal de Justiça.
“Esta iniciativa inovadora vem sendo admitida pelo Judiciário como uma forma de combater a inadimplência”, explica o chefe da Procuradoria Fiscal (Profis), Juliano Dossena, que ressalta que a medida é um grande avanço da Justiça no marco do progresso tecnológico do comércio na atualidade.
A intenção é ampliar essas ações prioritariamente para os mil maiores devedores, cujos débitos já estão inscritos na Dívida Ativa do Estado. Um procurador do Estado será o coordenador dessa ação, que envolverá todos os procuradores da Profis e, também, os procuradores das regionais, no interior do Estado.
Para cobrar a Dívida Ativa, que chega a R$ 7,6 bilhões, há 106 mil execuções fiscais tramitando no Judiciário catarinense. A região da Grande Florianópolis concentra a maior parte dos débitos, R$ 1,8 bilhão, seguida pela região de Joinville, com R$ 1 bilhão.
As empresas inscritas na Dívida Ativa também podem aderir ao programa de cobrança dos grandes devedores, em vigor desde o ano passado. O acordo obriga o contribuinte a quitar os seus débitos fiscais, à vista ou por meio de parcelamento mensal, e manter em dia os pagamentos de ICMS.
Em contrapartida, são suspensas as medidas judiciais de cobrança contra a empresa, além da redução de 20% na multa e nos juros dos tributos cobrados. O acordo, amparado na Lei Estadual Nº 15.856/2012 e no Decreto Nº 1.306/2012, é homologado pela Justiça.
Publicado por: Billy Culleton.
Fonte Site: PGE / SC
domingo, 26 de maio de 2013
Confaz revoga norma que exigia discriminação do valor de insumo de importação
Obrigação era contestada pelas empresas sob alegação de quebra de sigilo comercial
O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) revogou o Ajuste Sinief nº 19, que obrigava as empresas a informar na nota fiscal de venda a composição e os valores de insumos importados utilizados em produtos industrializados. A decisão foi tomada durante reunião extraordinária realizada nesta quarta-feira, 22, em Brasília, e publicada hoje, 23, no Diário Oficial da União.
“Com certeza houve um avanço nessa questão. A decisão do Confaz preserva o sigilo comercial e simplifica a prestação de informação por parte do adquirente da mercadoria”, avalia João Carlos Kunzler, representante de Santa Catarina na Comissão Técnica Permanente do ICMS (Cotepe).
Durante a reunião, o Confaz formulou o Convênio ICMS nº 38 que, entre outras medidas, ampliou o prazo de entrega da Ficha de Conteúdo Importado (FCI) para 1º de agosto. A apresentação da FCI estava em vigor desde 1º de maio. Ficou definido que mercadorias com até 40% de conteúdo importado serão consideradas nacionais, de 40% a 70%, metade nacional e metade importado, e mais de 70%, produto importado.
A FCI é uma obrigação acessória criada em regulamentação à Resolução 13 do Senado Federal, que unificou em 4% as alíquotas interestaduais para a venda de produtos importados ou com conteúdo de importação superior a 40%. Muitas empresas e entidades conseguiram liminares na Justiça para anular a exigência da discriminação dos valores na FCI, sob a alegação de que deixava em evidência segredos comerciais.
Fonte
Assessoria de Comunicação SEF
Aline Cabral Vaz/Cléia Schmitz
avaz@sef.sc.gov.br/cschmitz@sef.sc.gov.br
www.sef.sc.gov.br
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Procuradores assumem novos cargos na Procuradoria Geral do Estado
Florianópolis (03/05/2013)
Três procuradores de Estado assumiram nesta sexta-feira, 3, novas funções na Procuradoria Geral do Estado (PGE).
O procurador Ederson Pires é o novo Subprocurador-geral do Contencioso, cargo que era ocupado pelo procurador Antonio Fernando Athayde Jr.
O procurador Juliano Dossena é o chefe da Procuradoria Fiscal, no lugar do procurador Osni Alves, e o procurador Marcelo Mendes assumiu como chefe da Procuradoria do Contencioso, substituindo Ederson Pires.
Breves currículos dos nomeados:
Ederson Pires:
- É procurador do Estado de Santa Catarina desde 1998.
- Formado em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina (1995).
- Tem mestrado em Ciência Jurídica pela Universidade do Vale do Itajaí (2006).
- Foi professor da Universidade da Região de Joinville – Univille. (2003- 2007).
- Presidente da Associação dos Procuradores do Estado de Santa Catarina – Aproesc. (Biênio 2010-2011).
- Era chefe da Procuradoria do Contencioso desde fevereiro de 2012.
Juliano Dossena:
- É procurador do Estado de Santa Catarina desde 1993
- Formado em Direito pelas Faculdades Integradas de Santa Cruz do Sul – RS. (1988)
- Pós-graduado em Direito da Economia e da Empresa pela Fundação Getúlio Vargas
- Exerceu o cargo de Advogado do Município de Lajeado – RS. (1989- 1993).
- Presidente da Associação dos Procuradores do Estado de Santa Catarina – Aproesc. (Biênios 2005-2007 e 2007-2009).
- Presidente da Associação Nacional dos Procuradores de Estado – Anape. (Biênio 2010-2011).
- Atualmente é presidente da Comissão da Advocacia Pública Estadual da OAB/SC.
Marcelo Mendes:
- Procurador do Estado de Santa Catarina desde 2006.
- Formado em Direito pela Universidade do Vale do Itajaí (Univali) (2004).
- Tem pós-graduação em Direito Público pelo Complexo de Ensino Superior de Santa Catarina – Cesusc. (2008).
- É professor de Direito Processual Civil na Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC.
Publicado por: Billy Culleton.
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